Um dos cidadãos mais polivalentes que viveu em Benjamin Constant foi seu Prim Assis, pois ele era farmacêutico, marceneiro,
artesão e ainda se prestava a dar informações de utilidade pública aos clientes e visitantes que chegavam à sua farmácia.

Um dia, um “arigó” recém chegado à cidade foi à farmácia de seu Prim para comprar elixir paregórico, pois estava com prisão de
ventre há vários dias.


Chegando ao balcão da farmácia, perguntou:

  • Seu Prim, tem “xiri-parigó”?
    Seu Prim, naquela calma de sempre e querendo tirar sarro da cara daquele nordestino, responde:
  • Rapaz, não tem nem pra amazonense, imagine pra “arigó”!.

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